sábado, 30 de julho de 2011

Em silêncio me posto
diante do que está trancado
vigio a maçaneta
não há nem vestígios
nem sinal
de que a porta irá se abrir
o giro é fácil
o caminho se abre
quando na volta da chave
não há vestígios
nem sinal
faço menção de arrombar
de ir embora
que nada...
fico parada
(des)esperada
em silêncio me posto

e a porta não se abre
nem o caminho se faz

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